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Viajando diretamente de Brasília para o Rock in Rio




                         Andressa Oliveira, Rafaela Mendes e Angélyca Miranda na cidade do rock. (Foto- Arquivo Pessoal)
Por: Angélyca Miranda, Andressa Dafini e Rafaela Mendes
Ir ao Rock in Rio foi um sonho realizado! Sempre planejamos irmos juntas, mas nunca dava certo. Seja por incompatibilidade da agenda ou pela falta de grana. Mas, neste ano de 2015, conseguimos viajar para o Rio e curtir um dos maiores eventos do mundo. Confira um pouco da nossa experiência! Nós relatamos os principais pontos que geram curiosidade nas pessoas que pretendem viajar.
Locomoção:
A locomoção foi algo surpreendente, pois a cidade do Rock fica muito longe (longe mesmo!) do aeroporto mais próximo, o Santos Dumont. Não esperávamos isso. Foi estranho! Antes de viajar nós lemos alguns posts sobre o assunto e não encontramos nenhuma informação a respeito. Escolhermos não ir no transporte oficial da produção do show, pois era uma opção mais cara. Então, decidimos com a ajuda do dono do hostel, ir de transporte público, assim sobraria algum dinheiro para gastar no evento.
Quando desembarcarmos no aeroporto tivemos que pegar um ônibus executivo que nos levaria ao hostel, próximo do Rock in Rio. Foram aproximadamente duas horas e meia de viagem até a estação do BRT. Passamos por diversos lugares: Copacabana, Ipanema, Leblon, Barra da Tijuca, Favela do Vidigal, da Rocinha e vários outros.
Essa estação, pelo que percebemos, era a que concentrava a maioria da galera que estava a caminho da cidade do rock.  Os ônibus dessa estação paravam próximo ao Rock in Rio e as pessoas desciam a pé por aproximadamente 20 minutos em um sol escaldante de 41 graus até o evento. A impressão que tínhamos era que a cidade do rock ficava em um local de fácil acesso apenas aos moradores Rio, pois era muito longe do aeroporto. Ou se pensarmos por outro ponto de vista, era uma estratégia do governo local de atrair os turistas para outras cidades.
Show e a cidade do rock:
Várias bandas se apresentaram no dia 24 de setembro. Nesse dia as apresentações estavam voltadas ao público de hardcore e iniciava a segunda semana do festival. Quando estávamos entrando olhamos para o lado e percebemos a existência de uma favela. Acreditem! Em um evento que ganha tanto dinheiro, a pobreza se fazia presente ao lado.
Logo depois de uma revista rigorosa pelos seguranças, nós conseguimos entrar. Antes de irmos curtir os shows resolvemos andar pela cidade do rock. Paramos em uma lanchonete e pedimos o cardápio. O valor dos foods não causou espanto em ninguém, pois já estávamos preparadas para preços altos.
No palco Mundo, onde as apresentações principais tocavam, o System of Down era a banda mais esperada, antes deles a banda brasileira CPM 22, que tocou vários clássicos da nossa adolescência, abriu a série de shows com lindos fogos de artificio. A cool band, Hollywood Vampires, entrou em seguida e fez a galera sair do chão com músicas autorais e covers interpretados pelo vocalista Alice Cooper e tocadas por Joe Perry (Aerosmith), Jhonny Depp (Ator), Duff McKagan e Matt Sorum (ambos ex-Guns’n’ roses). Logo Queens of the Stone Age tocou, mas não vimos muita animação da galera.
Para encerrar com chave de ouro o System of Down surgiu no palco. Os integrantes da banda super carismáticos e simpáticos. A plateia cantava as músicas como se fossem hinos. Foi de arrepiar! Rodas punk (slans) foram surgindo em meio à multidão e muitas pessoas, principalmente as que estavam na frente, começaram a passar mal. A falta de água também foi um dos fatores do mal-estar de muitas pessoas. Um copo de água era compartilhado entre muitos. Nós dividimos muitos copos d’água (fato! rsrsrs).
Depois dos shows as pessoas caminhavam para a tenda eletrônica ou se deslocavam para a saída do evento. Esse foi um dos momentos mais tensos também, porque a maior parte das pessoas queriam ir embora, porém era muita gente para pouco espaço. Assim, todos se exprimiam com os pés doloridos para ir para casa, ou, como no nosso caso, para a hospedagem. E assim, terminava mais um dia de shows.
Hostel:
Sabe a casa dos seus tios? Aqueles que você vai passar o fim de semana? Então, o hostel Brisa do Pontal é tipo isso. Os donos são aqueles tios gente boa que estão lá sempre para te ajudar, e o melhor, a praia do Recreio fica a menos de cinco minutos da hospedagem. Ele é localizado em um bairro seguro, em uma rua com comércio completo, desde lotéricas, mercadinhos, farmácia e restaurantes.
O hostel oferece quartos individuais e privativos, assim como em hotéis. Você paga menos e se hospeda da mesma forma. Optamos por um quarto triplo, arejado e bem acolhedor. Os quartos de lá são limpos o tempo todo e é tudo bem cuidado. Ao acordar você ainda ganha um belo café da manhã. Mas e o banheiro?  Sim, acreditem, era dentro dos quartos! Diferente de outros hostels. Ponto positivo para o Brisa do Pontal! Achamos muito tranquilo e não sofremos com isso.
Dicas!
*Procure ir em grupo se for sua primeira experiência em festivais;
*Sempre marque um local de hospedagem próximo ao evento, pois depois do show nem sempre tem transporte público circulando;
*Se informe antes com quais utensílios você poderá entrar no evento;
*Faça uma estimativa de quanto irá gastar;
*Ligue antes no local de hospedagem e se informe como chegar ao local e quais as linhas de transporte público você deverá pegar;
*Se for de táxi fique atento aos valores cobrados.
*Pessoas que gostam de viajar e ir a festivais com muitas pessoas vão se divertir muito.
Nos vemos em 2017!

Fonte: http://play1.com.br/viajando-diretamente-de-brasilia-para-o-rock-in-rio/

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