Diferentes
gerações foram ao Net Live Brasília na noite de quinta-feira, 20 de abril, para
o primeiro show do Evanescence na capital. Primeira vez só por
aqui, já que a banda de Amy Lee veio ao país tantas outras
vezes.
Com
figurinos a caráter, alguns mais suaves – camisetas ou poucos acessórios de cor
preta – e outros mais exagerados – vestidos longos ou sobretudos -, o público
levou para o espaço do show a representação do estilo gótico que marcou a
carreira do Evanescence e uma fase da adolescência de muitos ali.
O
que definiu a estrutura do evento foi a simplicidade. O palco com os
instrumentos e a faixa da logo da banda ao fundo trouxe os músicos para a
plateia brasiliense por volta das 22h. A grande experiência deles foi
demonstrada com o desempenho impecável do repertório, que passou pelos seus
três discos e não deixou de fora os maiores hits.
Nem
a falta de música nova ou ao menos versões diferentes das canções já antigas
pareceu incomodar os fãs e admiradores que, pelo contrário, surtaram ao som de
“Going Under”, “Lithium” e “Call Me When You’re Sober”. O último álbum é o
autointitulado, de 2011.

Setlist:
2 – What You Want
3 – Going Under
4 – The Other Side
5 – Lithium
6 – Even in Death
7 – My Heart Is Broken
8 – Made of Stone
9 – Haunted
10 – New Way to Bleed
11 – Take Cover
12 – Breathe No More
13 – My Immortal
14 – Your Star
15 – Whisper
16 – Disappear
17 – Call Me When You’re Sober
18 – Imaginary
19 – Bring Me to Life
A
apresentação provou que, mesmo com mais de 20 anos de carreira e pouca
frequência de lançamentos, o Evanescence ainda se faz relevante e mantém sua
essência. Porém, a execução do setlist me pareceu como se estivesse no modo
automático e muito parecida com performances já realizadas e que podem ser
encontradas em vídeos na internet. Ficou também a curiosidade sobre a tendência
que a banda seguirá num próximo álbum, já que diversas bandas da mesma época
estão mudando cada vez mais sua sonoridade, como é o caso do Coldplay, Paramore
e Linkin Park.
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